O Checkpoint desta terça-feira (01) começa com declarações polêmicas da Sony, que sugeriu ser meio óbvio que os jogadores estão adquirindo uma licença digital na PlayStation Store. A declaração ocorreu em um tribunal, onde a empresa afirmou que os “consumidores razoáveis” estão plenamente cientes de que, ao comprar um jogo digital, isso não significa que ele se torne seu.
Em outras notícias, a Double Fine afirmou que pode desenvolver a sequência de Brutal Legend – mas só se a campanha do jogo no Kickstarter alcançar a marca de US$ 100 milhões arrecadados.
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Quer saber o que mais rolou no mundo dos games nesta terça (01)? Então prepara o cafezinho da tarde e acompanhe o Voxel por mais um Checkpoint!
Sony tem fala polêmica sobre jogos digitais da PS Store em tribunal
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A Sony afirmou em tribunal que consumidores “razoáveis” sabem que jogos digitais comprados na PlayStation Store não são de sua propriedade, mas licenciados para uso. A declaração faz parte da resposta a um processo movido por quatro jogadores na Califórnia.
Segundo a empresa, os termos da loja deixam claro que “o Software é licenciado para você, não vendido”. A Sony também declarou que, na era digital, “não é plausível alegar que consumidores razoáveis acreditavam estar obtendo a ‘propriedade’ de um jogo digital”.
Double Fine desenvolverá Brutal Legends 2 se conseguir arrecadar US$ 100 milhões
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A Double Fine colocou Brutal Legend 2 como uma meta adicional em sua nova campanha no Kickstarter, prometendo desenvolver o jogo caso consiga arrecadar US$ 100 milhões. A meta principal da campanha é financiar Broken Age, enquanto o valor adicional aparece como uma condição para um possível novo projeto.
A campanha já havia arrecadado cerca de US$ 284 mil dos US$ 400 mil previstos na meta inicial. A Double Fine também afirmou que segue trabalhando em “jogos maiores” e que o financiamento coletivo busca manter o estúdio ativo enquanto procura recursos para seus próximos projetos.
Desenvolvedores de Resident Evil perderam a noção do quão aterrorizantes seus jogos são, segundo Hideki Kamiya
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Hideki Kamiya, diretor do Resident Evil 2 original, afirmou que a equipe da Capcom pode ter se acostumado com o nível de terror presente nos jogos da franquia. O designer defende que futuros títulos tenham uma opção para reduzir os elementos assustadores.
“Parece que eles não têm a menor noção de quão assustadores os jogos que criam realmente são”, declarou Kamiya. O desenvolvedor afirmou ainda que fala “cem por cento sério” ao sugerir um modo com menos terror, citando que não conseguiu jogar Resident Evil Requiem por considerá-lo assustador demais.
Estúdio de Life is Strange pode passar por onda de demissões em breve
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A Don’t Nod, estúdio responsável por Life is Strange e Aphelion, anunciou uma iniciativa de transformação diante das dificuldades financeiras e das mudanças no mercado de games. A empresa convocou representantes dos funcionários para discutir um possível plano de preservação de empregos, que pode resultar em novas demissões.
Segundo o comunicado, a medida ocorre devido a “profundas mudanças nas condições econômicas da indústria de videogames” e à piora dos indicadores financeiros do grupo. A Don’t Nod também iniciou negociações com o sindicato, e os detalhes sobre o plano devem ser divulgados após a reunião marcada para a próxima quinta (03).
Saber Interactive nega estar trabalhando em Ori 3 para o Xbox
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A Saber Interactive negou os rumores de que estaria desenvolvendo Ori 3 para o Xbox. A especulação ganhou força antes da Gamescom 2026, mas foi descartada por Tim Willits, diretor criativo do estúdio.
Questionado sobre o possível envolvimento da Saber no projeto, Willits foi direto: “Não. Não estamos trabalhando nisso. Desculpe”. A declaração, porém, não confirma se Ori 3 está ou não em desenvolvimento por outro estúdio.
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FonteTECMUNDO