CDBs pagam até 14,30%; veja outras taxas nesta sexta (10) na XP

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O mercado de emissão bancária, dentro da plataforma da XP, oferece nesta sexta-feira (10), CDBs com taxas prefixadas de até 14,300% ao ano com vencimento em 12 meses, enquanto títulos de inflação estão pagando até IPCA+8,950% e os pós-fixados até 100% do CDI após 1 ano.

LCAs contam com taxas prefixadas de até 11,650% para vencimento em 12 meses, os títulos de inflação contam com rentabilidade de IPCA até +7,300% e pós-fixados de até 92% do CDI.

As LCIs atreladas à inflação pagam até IPCA+ 6,800% em mais de 12 meses e as pós-fixadas até 92% do CDI após 1 ano.

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LCD BNDES
Taxa: 96% do CDI
Vencimento: junho/2030
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LCA BANCO BV
Taxa: 90% do CDI
Vencimento: outubro/2029
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CDB BANCO C6
Taxa: 14,150%
Vencimento: outubro/2030
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*As ofertas na plataforma da XP são limitadas à capacidade disponível do produto nesta sexta-feira (09)

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As taxas dos DIs encerraram a quinta-feira (9) em queda, contrariando o avanço dos rendimentos dos Treasuries no exterior. O movimento refletiu a surpresa positiva com o IPCA de setembro, que mostrou desaceleração da inflação em serviços, bens industriais e núcleos. Apesar disso, o cenário fiscal continuou no radar dos investidores, após o Congresso arquivar a medida provisória (MP) sobre taxação de aplicações financeiras.

No fim da tarde, o DI para janeiro de 2028 recuou 11 pontos-base, a 13,39%, enquanto o DI para janeiro de 2029 caiu a 13,34%. Nos vencimentos longos, o contrato para janeiro de 2035 cedeu 5 pontos-base, para 13,705%, mostrando que o alívio foi mais concentrado na parte curta da curva, sensível aos indicadores de inflação e à política monetária.

O IPCA de setembro subiu 0,48%, abaixo da projeção de 0,52% do mercado. Em 12 meses, a inflação acumulou alta de 5,17%, também ligeiramente abaixo das expectativas. A inflação de serviços desacelerou para 0,13%, ante 0,39% em agosto, e os bens industriais avançaram apenas 0,05%, segundo cálculos do banco Bmg. Já a média dos núcleos subiu 0,19%, frente a 0,30% no mês anterior — um conjunto de dados que reforçou a leitura de perda de força da inflação subjacente.

Durante a manhã, o diretor de Política Monetária do Banco Central, Nilton José David, reforçou que a Selic deve permanecer em 15% por um período prolongado, mas alertou que o BC não hesitará em subir os juros novamente se houver riscos à convergência da inflação para a meta de 3%. O discurso foi interpretado como sinal de continuidade da política monetária restritiva, mesmo após a melhora nos dados inflacionários.

A melhora dos DIs, porém, foi contida pelo ambiente fiscal. A rejeição da MP 1303, que tratava da taxação de aplicações financeiras e previa impacto fiscal de até R$ 36,2 bilhões em 2026, aumentou as dúvidas sobre o ajuste das contas públicas. O ministro Fernando Haddad afirmou que apresentará alternativas ao presidente Lula para compensar a perda de arrecadação, enquanto o presidente sinalizou que buscará uma nova forma de tributar o sistema financeiro e fintechs.

No exterior, os rendimentos dos Treasuries subiram levemente, acompanhando o leilão de títulos de 30 anos do Tesouro americano. O papel de dez anos, referência global para decisões de investimento, avançava 1 ponto-base, a 4,14%, sem impedir que a curva de juros brasileira tivesse um dia de alívio moderado, sustentado por sinais de inflação mais benigna.

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FonteAgência Brasil

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