Fundadora da Simple Organic revela seus planos após deixar a empresa

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Na semana em que é celebrado o Dia Mundial do Empreendedorismo Feminino, Patrícia Lima, fundadora da Simple Organic, começa um novo capítulo em sua trajetória. O movimento acontece por uma questão prática, mas já estava nos planos. “Hoje é aquele dia de olhar para trás e ver que ‘deu tudo certo’”, avalia Patrícia.

A razão prática foi por uma decisão da Hypera, empresa que já havia adquirido 75% da marca Simple Organic em 2020. A farmacêutica exerceu sua opção de compra da participação acionária restante da companhia de ‘clean beauty’. “Essa finalização mostra que a decisão de venda foi acertada. Conseguimos mostrar ao mercado que sustentabilidade e beleza podem ter escala”, afirma.





Patrícia ficou oito anos à frente do negócio que começou com alguns poucos produtos e encerra 2025 com 100 SKUs e presença internacional. Agora, seu desafio pessoal é mostrar para o mercado internacional a potência de outras marcas brasileiras, com a criação de um hub de empresas de beleza e wellness.

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“O Brasil é reconhecido pelos ingredientes e ativos, mas as marcas ainda não estão surfando essa onda. Alguém precisava começar esse movimento, então, em 2026, começo esse processo com foco em trabalhar o branding de empreendedores e empresas nos Estados Unidos”, afirma.

Leia também: Empreendedorismo feminino cresce, mas falta de crédito freia expansão dos negócios

Outros dois projetos disputam a atenção da empreendedora: 1) um novo empreendimento, com o lançamento de uma bebida; e 2) a passagem para o outro lado do balcão no empreendedorismo. Patrícia estuda como montar um fundo para investir em outras mulheres empreendedoras.

Ela já te tem um empreendimento com a Luanna Toniolo, fundadora da Troc, e Manuela Bordasch, da Steal the look. O trio se reúne semanalmente para conversar com empreendedoras e apoiar com investimento ou aconselhamento. Agora, avalia a possibilidade de ter seu próprio fundo. “Eu saio financeiramente próspera, mas com sangue no olho para escalar outras empresas e retribuir”, diz.



FonteAgência Brasil

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