as taxas de CDB, LCI e LCA na XP com prévia do PIB acima do esperado

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O mercado de emissão bancária, dentro da plataforma da XP, oferece nesta quinta-feira (16), CDBs com taxas prefixadas de até 14,430% ao ano com vencimento em 12 meses, enquanto títulos de inflação estão pagando até IPCA+ 8,300% em 1 ano e os pós-fixados até 108% do CDI em mais de 12 meses.

LCAs contam com taxas prefixadas de até 11,680% em mais de 1 ano, enquanto as atreladas à inflação pagam até IPCA+5,550% em mais de 12 meses e as pós-fixadas pagam até 90% do CDI em mais de 1 ano.

LCIs prefixadas pós-fixadas pagam até 100% do CDI em 1 ano.

Renda Fixa Hoje: confira algumas opções de investimento em renda fixa bancária oferecidas pela XP

CDB PARANA BANCO S/A
Taxa: 96,7% do CDI
Vencimento: abril/2027
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CDB BANCO C6
Taxa: 102% do CDI
Vencimento: abril/2032
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LCA SICOOB
Taxa: 92% do CDI
Vencimento: março/2033
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*As ofertas na plataforma da XP são limitadas à capacidade disponível do produto nesta quinta-feira (16)

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Os juros futuros encerraram a quarta-feira (15) com inclinações distintas ao longo da curva, refletindo a combinação de dados domésticos mais fracos e pressões vindas do exterior. Enquanto a ponta curta recuou levemente, a ponta longa avançou, acompanhando o movimento dos rendimentos dos Treasuries.

No curto prazo, a queda das taxas foi puxada pelo desempenho abaixo do esperado das vendas no varejo. Apesar de alta de 0,6% em fevereiro, o resultado frustrou as projeções de mercado, reforçando a leitura de desaceleração da atividade econômica e abrindo espaço para cortes adicionais na Selic.

Esse cenário sustentou o recuo dos DIs mais curtos, mais sensíveis à política monetária. A curva passou a precificar cerca de 80% de probabilidade de corte de 25 pontos-base da Selic, indicando que, embora haja espaço para flexibilização, o mercado ainda aposta em um ritmo moderado de afrouxamento.

Na ponta longa, por outro lado, o movimento foi de alta. As taxas acompanharam o avanço dos rendimentos dos Treasuries, que voltaram a subir diante da ausência de sinais concretos sobre um acordo entre Estados Unidos e Irã, apesar das indicações de progresso nas negociações.

A persistência das tensões geopolíticas, especialmente no Oriente Médio, segue elevando a incerteza global e pressionando os prêmios de risco em prazos mais longos. Esse ambiente limita o fechamento da curva longa no Brasil, mesmo com sinais de enfraquecimento da economia doméstica.

Assim, o comportamento da curva reflete uma dinâmica clara: a ponta curta responde ao enfraquecimento da atividade e às expectativas de política monetária, enquanto a ponta longa segue mais atrelada ao cenário externo e à percepção de risco global.

Trata-se de um conteúdo patrocinado. O InfoMoney não possui qualquer responsabilidade quanto a oferta e a comercialização dos produtos divulgados neste material. 



FonteAgência Brasil

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