saiba quanto pagam CDBs, LCIs e LCAs nesta sexta (19) na XP

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O mercado de emissão bancária, dentro da plataforma da XP, oferece nesta sexta-feira (19), CDBs com taxas prefixadas de até 14,120% ao ano com vencimento em 12 meses, enquanto títulos de inflação estão pagando até IPCA+8,750% em mais de 1 ano e os pós-fixados até 105,05% do CDI em 12 meses.

LCAs contam com taxas prefixadas de até 12,050% para vencimento em 12 meses, enquanto as atreladas à inflação pagam até IPCA+6,490% em mais de 1 ano e as pós-fixadas pagam até 86,3% do CDI em 12 meses.

As LCIs pós-fixadas pagam até 87% do CDI em mais 1 ano.

Renda Fixa Hoje: confira algumas opções de investimento em renda fixa bancária oferecidas pela XP

LCA ORIGINAL
Taxa: 92,5% do CDI
Vencimento: dezembro/2028
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CDB PINE
Taxa: 107,8% do CDI
Vencimento: dezembro/2029
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CDB PicPay
Taxa: 14,590% a.a.
Vencimento: dezembro/2030
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*As ofertas na plataforma da XP são limitadas à capacidade disponível do produto nesta sexta-feira (19)

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As taxas dos juros futuros reduziram parte do estresse observado na véspera e encerraram esta quinta-feira (18) com altas leves, após falas do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, serem interpretadas pelo mercado como mais brandas, mantendo indefinida a decisão sobre os próximos passos da política monetária.

No fechamento, o DI para janeiro de 2027 marcava 13,845%, pouco acima do ajuste anterior, enquanto a ponta longa teve movimento semelhante, com o DI para janeiro de 2035 em 13,735%. Ao longo do dia, os vencimentos curtos reagiram mais, devolvendo parte dos prêmios após os comentários do BC, enquanto os longos mostraram maior resiliência, ainda influenciados pelo risco político.

Pela manhã, o Relatório de Política Monetária indicou projeção de inflação de 3,2% em 12 meses no terceiro trimestre de 2027, período que passa a ser a principal referência para a decisão de juros de janeiro. Apesar de acima do centro da meta contínua de 3%, o BC reforçou o compromisso de conduzir a política monetária para levar a inflação ao redor do objetivo.

Na entrevista coletiva, Galípolo e o diretor de Política Econômica, Diogo Guillen, destacaram as incertezas das projeções e reforçaram que o BC está dependente de dados, sem sinalizar previamente o que fará nas próximas reuniões. A leitura do mercado foi de um discurso menos rígido, preservando a possibilidade de corte de 25 pontos-base da Selic em janeiro, hoje em 15% ao ano.

Essa interpretação levou a uma acomodação da curva curta ao longo da tarde. O DI para janeiro de 2028, que chegou a subir 18 pontos-base pela manhã, passou a cair após as falas de Galípolo, ilustrando a sensibilidade dos vencimentos mais próximos à comunicação do BC.

No ambiente externo, o recuo dos rendimentos dos Treasuries, após dados de inflação ao consumidor nos EUA abaixo do esperado, também ajudou a aliviar a pressão sobre os juros domésticos. Às 16h41, o Treasury de dez anos caía para 4,122%, reforçando o viés de alívio para a curva brasileira no fim do pregão.

Trata-se de um conteúdo patrocinado. O InfoMoney não possui qualquer responsabilidade quanto a oferta e a comercialização dos produtos divulgados neste material. 



FonteAgência Brasil

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