IBM e AMD fazem parceria para desenvolver computação quântica

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Nos últimos dias, a AMD e a IBM firmaram uma parceria que mira o desenvolvimento de novas arquiteturas computacionais para futuras gerações de computadores quânticos. A ideia de ambas as gigantes é criar mais plataformas escaláveis e de código aberto e acelerar a chegada de novos algoritmos mais eficientes para essa classe.

Por enquanto, ambas as empresas estão na fase de exploração para integrar CPUs, GPUs e FPGAs da AMD com os já existentes computadores quânticos da IBM. Um dos pontos de destaque é a que o acordo pode auxiliar a IBM a construir máquinas desse tipo à prova de falhas antes do fim da década.

Em uma previsão mais simples, ainda para o fim de 2025, o objetivo das duas companhias é lançar uma demonstração de como suas tecnologias podem trabalhar em conjunto. A demonstração vai abordar fluxos de trabalho híbridos quântico-clássicos, além de como ferramentas de código aberto podem alavancar o desenvolvimento de novos algoritmos para essa supercomputação.

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Compuitadores quânticos e seus qubits podem ser representados por fótons, elétrons e átomos (Imagem: GettyImages)

Por que a computação quântica é tão visada?

Ainda pouco conhecida pelo público geral, a computação quântica é bem diferente dos sistemas tradicionais. Nessa tecnologia, o processamento ocorre por meio dos qubits e não pelos bits 0 e 1. Dessa forma, esses PCs podem realizar múltiplos cálculos simultaneamente para tarefas mais complexas.

  • Computação quântica usa entrelaçamento e superposição para criar sistemas de segurança impenetráveis;
  • Empresas se interessam pelo tema, já que ele pode resolver problemas de gestão na cadeia de suprimentos;
  • As máquinas quânticas podem simular interações entre moléculas com maior precisão, auxiliando na criação de novas medicamentos;
  • Processos de análise de inteligência artificial para grandes volumes e treinamento de machine learning são feitos de maneira mais rápida.

Embora tenha múltiplas aplicações benéficas, o desenvolvimento de computadores quânticos em larga escala ainda é um desafio. Os produtos são difíceis de serem desenvolvidos e somam um alto custo de produção, além das lacunas tecnológicas que ainda existem para sua popularização.

Para mais informações sobre computação quântica e clássica, fique de olho no site do TecMundo e não perca nenhum detalhe.
 



FonteTECMUNDO

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