O mercado de emissão bancária, dentro da plataforma da XP, oferece nesta segunda-feira (9), CDBs com taxas prefixadas de até 13,820% ao ano com vencimento em 12 meses, enquanto títulos de inflação estão pagando até IPCA+9,500% em mais de 1 ano e os pós-fixados até 115% do CDI em mais de 12 meses.
LCAs contam com taxas prefixadas de até 10,870% para vencimento em 12 meses, enquanto as atreladas à inflação pagam até IPCA+6,800% em mais de 1 ano e as pós-fixadas pagam até 91% do CDI em mais de 12 meses.
LCIs pós-fixadas pagam até 90,5% do CDI em mais de 12 meses.
Renda Fixa Hoje: confira algumas opções de investimento em renda fixa bancária oferecidas pela XP
LCI CEF
Taxa: 87% do CDI
Vencimento: fevereiro/2027
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LCA ORIGINAL
Taxa: 90% do CDI
Vencimento: fevereiro/2028
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CDB PICPAY
Taxa: 104,75% do CDI
Vencimento: fevereiro/2029
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*As ofertas na plataforma da XP são limitadas à capacidade disponível do produto nesta segunda-feira (9)
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As taxas curtas dos juros futuros fecharam próximas da estabilidade, enquanto a ponta longa da curva avançou nesta sexta-feira (6), em uma sessão de poucos catalisadores e com leve inclinação da estrutura a termo. O movimento refletiu principalmente fatores domésticos, diante de Treasuries praticamente estáveis no exterior.
No fechamento, o DI para janeiro de 2028 ficou em 12,670%, praticamente estável ante a véspera. Já na ponta longa, o DI para janeiro de 2035 subiu 7 pontos-base, a 13,51%, evidenciando pressão maior sobre os vencimentos mais longos.
Pela manhã, o mercado reagiu à fala do secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Guilherme Mello, que afirmou não ter sido formalmente convidado para ocupar uma diretoria do Banco Central. A declaração trouxe alívio momentâneo, levando o DI 2028 à mínima do dia, mas o movimento não se sustentou ao longo da sessão.
A sensibilidade da curva ao tema reflete o receio de parte dos investidores de que uma eventual indicação de Mello — visto como economista de perfil mais heterodoxo — possa favorecer uma postura mais “dovish” na política monetária, alterando o equilíbrio da diretoria do BC. Ao longo da tarde, sem novos gatilhos, as taxas curtas voltaram para perto da estabilidade, enquanto os juros longos avançaram.
No campo macroeconômico, a Secretaria de Política Econômica revisou levemente as projeções de crescimento e inflação, mas os números tiveram impacto limitado. No exterior, os rendimentos dos Treasuries oscilaram próximos da estabilidade, oferecendo pouco direcionamento adicional para a curva doméstica.
Apesar da inclinação da curva, o mercado segue majoritariamente convencido de que o Banco Central iniciará o ciclo de cortes da Selic em março, hoje em 15% ao ano. Na B3, as opções de Copom indicavam 64% de probabilidade de corte de 50 pontos-base, mantendo a expectativa de alívio sobretudo concentrada na ponta curta da curva.
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FonteAgência Brasil