Carnaval de rua deverá injetar mais de R$ 5,7 bi na economia carioca

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A Empresa Municipal de Turismo do Rio de Janeiro (Riotur) estima que mais de 6 milhões de foliões no carnaval de rua, previstos para o período entre 17 de janeiro e 22 de fevereiro, vão movimentar a economia carioca em mais de R$ 5,7 bilhões.

Este ano, a previsão é que 460 blocos desfilem em todas as regiões da capital fluminense.

O presidente da Riotur, Bernardo Fellows, disse que a cidade está muito preparada para receber os foliões.

“Venham curtir, mas não se esqueçam de se hidratar, de passar protetor solar, usar roupas leves e calçados confortáveis. Os órgãos estão preparados para receber os turistas”, disse nesta quinta-feira (15).

Mais de 1,1 mil agentes da Secretaria de Ordem Pública e da Guarda Municipal vão atuar na segurança junto com a Polícia Militar. Haverá pontos de revista no Circuito Preta Gil, na Rua Primeiro de Março, onde desfilam os dez megablocos, para evitar a entrada de produtos de vidro e materiais cortantes.

O secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz, informou que a pasta vai montar sete postos pré-hospitalares, sendo dois no Circuito Preta Gil.

“As pessoas que tomam remédios de uso contínuo e esquecem da medicação no período carnavalesco são o principal motivo de preocupação, afirmou Soranz.

Ele citou outros problemas de saúde comuns nesta época. “Desidratação e excesso de bebida alcóolica, queimaduras de segundo e terceiros graus tanto na pele quanto nos olhos por falta de proteção solar e uso de cera para cabelos que pode escorrer para os olhos”, destacou.

Soranz também recomendou o uso de calçados fechados para evitar corte nos pés e atenção quanto à procedência de comidas e bebidas que podem provocar problemas gastrointestinais

Segundo a secretária municipal de Políticas para a Mulheres, Joyce Trindade, no último ano, houve aumento de 275% de casos de assédio e de atendimento direto para as mulheres vítimas durante o período carnavalesco.

“Haverá equipes de apoio com psicólogas, advogadas e assistentes sociais para atender as mulheres em casos de assédio e violência”, afirmou.



Fonte Agência Brasil

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