Banco Mundial apoia estratégia de hidrogênio verde do Ceará, no Brasil

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O Banco Mundial aprovou uma nova operação para apoiar a estratégia de hidrogênio verde da Companhia de Desenvolvimento do Complexo Industrial e Portuário do Pecém e do governo do Ceará.

Com financiamento total de 134 milhões de dólares, a iniciativa busca contribuir para a redução das emissões de carbono e para o avanço das metas de energia limpa do Brasil.

Complexo Industrial e Portuário do Pecém, a cerca de 60km de Fortaleza, Ceará.

Banco Mundial/Mariana Ceratti

Complexo Industrial e Portuário do Pecém, a cerca de 60km de Fortaleza, Ceará.

Ceará na vanguarda

O projeto financia infraestrutura crítica do Complexo para permitir o investimento privado na produção de hidrogênio limpo e derivados.

O Complexo do Pecém é um dos principais polos industriais e logísticos do país, além de destaque na formação de um hub nacional de hidrogênio limpo.

Ao viabilizar essa produção, o novo projeto coloca o Ceará na vanguarda da transição global para energia limpa, promovendo também empregos, inclusão e resiliência climática a longo prazo.

O projeto financia infraestrutura crítica do Complexo Industrial e Portuário do Pecém para permitir o investimento privado na produção de hidrogênio limpo e derivados.

World Bank/Mariana Ceratti

O projeto financia infraestrutura crítica do Complexo Industrial e Portuário do Pecém para permitir o investimento privado na produção de hidrogênio limpo e derivados.

Esforços estaduais e nacionais

O apoio do Banco Mundial se dará por meio de um instrumento de Financiamento de Projeto de Investimento, IPF em inglês. Assim, serão criadas condições favoráveis para partes interessadas locais, nacionais e internacionais, incluindo o setor privado e a comunidade.

O novo projeto ainda apoia a agenda climática do Brasil, alinhando-se com sua Contribuição Nacionalmente Determinada atualizada, o Programa Nacional de Hidrogênio e a Nova Política Industrial do país. Também se conecta com o Plano Verde do Ceará e os esforços estaduais mais amplos para promover uma transição energética limpa.

*Mariana Ceratti é correspondente da ONU News no Banco Mundial Brasil.



Fonte ONU

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