Hoje, reputação não é discurso nem campanha. É critério silencioso de decisão — e quem ainda trata isso como marketing já está pagando o preço sem saber.
Quando a crise estoura, o feed desaparece. O que fica é o histórico — e a reputação registrada na imprensa passa a decidir quem se defende e quem fica exposto.
Nem toda intimidação é explícita. Em ambientes corporativos, a exclusão, o silêncio e a ironia também constroem desgaste reputacional, muitas vezes longe do olhar público.
Nem toda cordialidade é caráter. Em ecossistemas onde a imagem vale mais que o histórico, a autoridade que se apresenta nem sempre é a mesma que age quando ninguém está olhando.