CDB pós paga até 108% do CDI; veja mais taxas nesta sexta (28) na XP

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O mercado de emissão bancária, dentro da plataforma da XP, oferece nesta sexta-feira (28), CDBs com taxas prefixadas de até 14,250% ao ano com vencimento em 12 meses, enquanto títulos de inflação estão pagando até IPCA+9,400% em 1 ano e os pós-fixados até 108% do CDI em 12 meses.

LCAs contam com taxas prefixadas de até 11,640% para vencimento em 12 meses, enquanto as atreladas à inflação pagam até IPCA+6,880% em mais de 1 ano e os pós-fixados pagam até 90% do CDI em 1 ano.

As LCIs atreladas à inflação estão pagando até IPCA+6,900% em mais de 12 meses e as pós-fixadas pagam até 90% do CDI em 1 ano.

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Taxa: 112% do CDI
Vencimento: novembro/2028
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CDB PINE
Taxa: 107,5% do CDI
Vencimento: maio/2029
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Vencimento: dezembro/2029
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*As ofertas na plataforma da XP são limitadas à capacidade disponível do produto nesta sexta-feira (28)

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As taxas dos DIs encerraram a quinta-feira em direções opostas, com leves altas na parte curta da curva e baixas moderadas nos vértices longos, em um pregão marcado pela ausência dos Treasuries — fechados pelo feriado de Ação de Graças — e por uma série de indicadores e eventos domésticos que influenciaram o mercado ao longo do dia.

Na curva curta, o DI para janeiro de 2028 fechou em 12,77%, alta de 2 pontos-base, após oscilar em baixa pela manhã. Já na ponta longa, a taxa do DI para janeiro de 2035 recuou 5 pontos-base, para 13,215%, consolidando um movimento mais alinhado ao ambiente local, já que o mercado externo não serviu de referência nesta sessão.

Pela manhã, o leilão de LTNs e NTN-Fs, ambos prefixados, guiou o comportamento inicial da curva. As taxas avançaram antes da operação, com agentes antecipando hedge, mas cederam após o resultado do leilão, quando participantes que não compraram títulos devolveram taxas nos DIs. O movimento de queda ganhou força até pouco antes da divulgação do Caged.

O Caged de outubro mostrou abertura de 85.147 vagas, bem abaixo das 105 mil esperadas — o pior resultado para o mês na série iniciada em 2020. Apesar do dado mais fraco, que poderia reforçar o viés de queda dos juros futuros, a parte curta da curva retomou altas no fim da tarde, reagindo aos comentários do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, durante evento da Itaú Asset Management.

Galípolo reiterou que o BC manterá a Selic em nível restritivo pelo tempo necessário para garantir a convergência da inflação à meta de 3%, afirmando ainda que o processo está no caminho esperado, embora mais lento do que o desejado. As falas acabaram dando suporte às altas nos vencimentos curtos, em linha com a leitura de que o BC não pretende acelerar o ciclo de cortes.

A sessão também contou com a divulgação de que a dívida pública federal subiu 1,62% em outubro, para R$ 8,254 trilhões, mas o dado não alterou o direcionamento da curva. Com os mercados de renda fixa nos EUA fechados na quinta e operando em horário reduzido na sexta-feira, a expectativa é de liquidez menor nos próximos pregões, o que tende a amplificar movimentos pontuais na curva brasileira.

Trata-se de um conteúdo patrocinado. O InfoMoney não possui qualquer responsabilidade quanto a oferta e a comercialização dos produtos divulgados neste material. 



FonteAgência Brasil

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