Teddy Open Finance atinge breakeven e fatura R$ 120 milhões

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A Teddy Open Finance, fintech brasileira especializada em infraestrutura de crédito, alcançou o breakeven em menos de três anos de operação. A empresa registrou R$ 57 milhões em faturamento em 2024 e projeta um salto de 110% em 2025, para R$ 120 milhões.

O desempenho foi impulsionado pela originação de R$ 28 bilhões em crédito nos últimos 18 meses, consolidando o modelo de negócios e a demanda por soluções digitais que superam as limitações dos sistemas legados do setor. Hoje, a plataforma conecta 30 instituições financeiras, mais de 30 mil usuários ativos e integra mais de 80 produtos financeiros.

“Evoluímos para ser a ponte do crédito no Brasil. Hoje somos a fintech de infraestrutura que conecta bancos e fintechs à maior rede de originadores do País, entregando uma jornada digital de ponta a ponta, com inteligência e simplicidade”, afirma Wagner Ferreira, fundador e CEO da Teddy.

O marco financeiro acontece em um contexto de desafios estruturais para o sistema financeiro. Segundo Ferreira, criar uma jornada digital de crédito pode levar anos e custar milhões. “Rompemos essa barreira ao entregar uma infraestrutura pronta, com biometria facial, formalização eletrônica, auditoria, compliance e inteligência artificial”, destaca.

Teddy Open Finance atua em 5 verticais

O modelo da Teddy combina tecnologia com a maior rede de originadores do País, que reúne bancários autônomos, correspondentes, assessores de investimento, imobiliárias, corretores e especialistas em consórcios. Esse ecossistema permite que bancos e fintechs lancem produtos e escalem a originação de crédito com tração imediata, enquanto profissionais ganham autonomia para atender clientes com mais agilidade e segurança.

O mercado é bilionário: de acordo com o Banco Central, a carteira de crédito no Brasil ultrapassa R$ 6 trilhões, sendo que R$ 1,3 trilhão é renovado ou contratado anualmente. É nesse universo que a Teddy atua, em cinco verticais estratégicas: consignado, financiamento imobiliário, home equity, veículos e consórcios. A expectativa é ampliar ainda mais a presença da fintech e acelerar a transformação digital do setor financeiro.




Fonte Startupi

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