Estreia do Brasil na Copa derruba consumo de energia elétrica em até 8,6%; entenda

Compartilhar:

‘Dava pra ter sido melhor’: Mauro Beting analisa estreia da seleção e aponta jogador que não deveria

Colunista do Estadão analisou estreia frustrante do Brasil na Copa do Mundo de 2026. Crédito: Mauro Beting

O primeiro jogo da seleção brasileira na Copa do Mundo de 2026, realizado no início da noite do último sábado, 13, contra o Marrocos, provocou uma redução considerável na demanda por energia elétrica do Sistema Interligado Nacional (SIN). Segundo dados do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), houve uma diminuição máxima de 8,6% na carga, na comparação entre o dia do jogo e a carga de referência, do sábado, 30 de maio.

Como de costume em dias de Copa, a carga cai no início do jogo, com um repique de consumo durante o intervalo, quando torcedores/consumidores aproveitam para abrir a geladeira ou preparar alguma coisa antes do segundo tempo, volta a cair na segunda metade da partida e tem uma escalada após o fim do jogo.

Seleção brasileira volta a campo na sexta-feira, 19, contra o Haiti Foto: Clayton de Souza/Estadão

No sábado, cerca de uma hora antes do jogo, a carga observada no SIN chegou a um pico de 91.464 MW, até superior ao observado na data de referência, baixou a 84.393 MW no início da partida e seguiu baixando até 78.821 MW no fim do primeiro tempo.

No intervalo da partida, às 19h55, a demanda cresceu 3,6%, ou 2.826 MW em 8 minutos, montante que equivale à demanda média do Estado de Goiás. A demanda voltou a cair no segundo tempo, chegando à mínima de 75.366 MW antes do fim do jogo. Com o apito final, foi observada uma elevação da carga da ordem de 5,7%, ou 4.307 MW em 21 minutos, o que equivale à carga média do Estado do Rio Grande do Sul. Por volta das 21h40, a carga retornou ao comportamento típico observado para um sábado, com carga de 79.573 MW.

“Estamos preparados para os próximos desafios da seleção, assim como os principais jogos, como a final, no dia 19 de julho. O ONS trabalha para monitorar o comportamento da carga e adotará todas as medidas necessárias para que os brasileiros possam torcer com a confiança de que o fornecimento de energia estará garantido”, afirmou, em nota, o diretor-geral do ONS, Marcio Rea.



Fonte ONU

Artigos relacionados

Nos bastidores da inovação: como executivos de marketing especializados impulsionam a evolução da medicina estética

Quando uma nova tecnologia chega ao mercado da medicina estética, a percepção mais comum é de que todo...

A ciência por trás dos lançamentos: por que o marketing estratégico se tornou indispensável para a medicina estética

A medicina estética vive um dos períodos de maior transformação de sua história. O avanço da biotecnologia, da...

A Síndrome da Invisibilidade Profissional: por que tantas mulheres competentes ainda ficam fora das posições de liderança?

Em centenas de reuniões empresariais realizadas ao longo dos últimos anos, Fernanda Figueredo, Clarissa Santiago e Mariana Bogus...

Naturalidade, tecnologia e personalização redefinem os padrões da beleza capilar, destaca Adibis Concept

Saúde dos fios, técnicas personalizadas, tecnologias de tratamento e resultados naturais consolidam uma nova fase do mercado de...