O Banco Mundial aprovou um novo projeto para o município de São Paulo voltado à ampliação do acesso a serviços e benefícios de assistência social para populações vulneráveis, além da modernização da infraestrutura e dos sistemas que atendem moradores em situação de risco e exclusão.
A iniciativa também busca conectar essas populações, especialmente os jovens, a melhores oportunidades de qualificação e emprego.
Projeto beneficiará 500 mil pessoas
O pacote do Banco Mundial inclui US$ 131,8 milhões em financiamento com US$ 100 milhões em contrapartida do município, totalizando US$ 231,8 milhões em investimentos.
O projeto combina melhorias na prestação de serviços, modernização digital e investimentos em infraestrutura física para fortalecer a rede de assistência social da cidade.
A expectativa é beneficiar diretamente cerca de 500 mil pessoas atendidas pela Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social.
Ceagesp São Paulo
Jovens vulneráveis
Entre os principais eixos estão ações de reintegração de pessoas em situação de rua, programas de capacitação para jovens em vulnerabilidade social e a modernização da infraestrutura e dos sistemas do Sistema Único de Assistência Social e do Sistema Único de Saúde
A diretora do Banco Mundial para o Brasil, Cécile Fruman, ao comentar o projeto, afirmou que “São Paulo abriga um dos sistemas urbanos de proteção social mais complexos da América Latina, e este projeto contribuirá para torná-lo mais eficaz, inclusivo e resiliente. Ao investir tanto nas pessoas quanto nos sistemas que as atendem, estamos ajudando a cidade a alcançar melhor aqueles que se encontram em maior situação de risco, incluindo pessoas em situação de rua, jovens, mulheres, idosos e pessoas com deficiência, ao mesmo tempo em que criamos caminhos mais sólidos rumo à oportunidade, à inclusão e ao emprego”.
Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, Ibge, São Paulo capital tem mais de 11,5 milhões de pessoas e a chamada Grande São Paulo abriga mais de 20 milhões de habitantes.
*Sidronio Henrique, do Banco Mundial em Brasília.
Fonte ONU