O mercado de emissão bancária, dentro da plataforma da XP, oferece nesta sexta-feira (13), CDBs com taxas prefixadas de até 13,690% ao ano com vencimento em 12 meses, enquanto títulos de inflação estão pagando até IPCA+8,640% em mais de 1 ano e os pós-fixados até 115% do CDI em mais de 12 meses.
LCAs contam com taxas prefixadas de até 11,470% para vencimento em 12 meses, enquanto as atreladas à inflação pagam até IPCA+6,620% em 1 ano e as pós-fixadas pagam até 90% do CDI em 12 meses.
LCIs pós-fixadas pagam até 81,5% do CDI em mais de 1 ano.
Renda Fixa Hoje: confira algumas opções de investimento em renda fixa bancária oferecidas pela XP
LCI CEF
Taxa: 87% do CDI
Vencimento: fevereiro/2027
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CDB PERNAMBUCANAS
Taxa: 110% do CDI
Vencimento: fevereiro/2030
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CDB ORIGINAL
Taxa: 106% do CDI
Vencimento: janeiro/2031
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*As ofertas na plataforma da XP são limitadas à capacidade disponível do produto nesta sexta-feira (13)
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As taxas dos juros futuros fecharam a quinta-feira (12) com leves baixas, em um movimento sustentado pela fraqueza de dados domésticos e pela queda firme dos rendimentos dos Treasuries no exterior. O recuo foi moderado, mas disseminado ao longo da curva.
No encerramento, o DI para janeiro de 2028 caiu 1 ponto-base, a 12,635%, enquanto o DI para janeiro de 2035 recuou 4 pontos-base, a 13,455%, indicando alívio um pouco mais consistente na ponta longa.
No cenário doméstico, o principal vetor foi a surpresa negativa com o setor de serviços. O IBGE informou que o volume de serviços caiu 0,4% em dezembro, contrariando a expectativa de alta, o que reforçou a leitura de desaceleração da atividade e contribuiu para a queda das taxas curtas, mais sensíveis às perspectivas de política monetária.
Já no exterior, o movimento foi amplificado pelo recuo dos rendimentos dos Treasuries, especialmente após dados do mercado de trabalho dos EUA. O rendimento do título de dez anos caiu 8 pontos-base, dando suporte adicional ao fechamento da curva brasileira, sobretudo na ponta longa, mais ligada ao cenário global.
Mesmo com alguma piora dos ativos de risco ao longo da tarde, como queda do Ibovespa e fraqueza do real, os juros futuros mantiveram o viés de baixa, refletindo principalmente o ambiente externo mais favorável para renda fixa.
No radar, investidores seguem atentos aos próximos dados de inflação dos Estados Unidos e às apostas para a política monetária. No Brasil, o mercado continua precificando início do ciclo de cortes da Selic em março, cenário que mantém pressão baixista sobretudo sobre os vencimentos mais curtos da curva.
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FonteAgência Brasil