CDB paga até 115% do CDI; veja mais taxas nesta quarta (11) na XP

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O mercado de emissão bancária, dentro da plataforma da XP, oferece nesta quarta-feira (11), CDBs com taxas prefixadas de até 13,760% ao ano com vencimento em 12 meses, enquanto títulos de inflação estão pagando até IPCA+9,500% em mais de 1 ano e os pós-fixados até 115% do CDI em mais de 12 meses.

LCAs contam com taxas prefixadas de até 10,890% para vencimento em 12 meses, enquanto as atreladas à inflação pagam até IPCA+6,740% em 1 ano e as pós-fixadas pagam até 87% do CDI em mais de 12 meses.

LCIs pós-fixadas pagam até 80% do CDI em 1 ano.

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LCI CEF
Taxa: 87% do CDI
Vencimento: fevereiro/2027
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CDB PICPAY
Taxa: 104,75% do CDI
Vencimento: fevereiro/2029
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CDB ORIGINAL
Taxa: 106% do CDI
Vencimento: janeiro/2031
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*As ofertas na plataforma da XP são limitadas à capacidade disponível do produto nesta quarta-feira (11)

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As taxas dos juros futuros encerraram a terça-feira (10) em leve alta, mesmo diante da queda firme dos rendimentos dos Treasuries no exterior. O movimento doméstico foi influenciado principalmente pelos dados de inflação de janeiro e pelo aumento das preocupações com o quadro fiscal, reforçadas por críticas durante evento do BTG Pactual, em São Paulo.

No fim da sessão, o DI para janeiro de 2028 subiu 4 pontos-base, a 12,68%, enquanto o DI para janeiro de 2035 avançou 1 ponto-base, a 13,45%, indicando pressão mais concentrada na ponta curta da curva, enquanto os vencimentos longos tiveram elevação mais moderada.

O IPCA de janeiro subiu 0,33%, praticamente em linha com o esperado, levando a inflação em 12 meses a 4,44%. Apesar da desaceleração dos serviços, os núcleos e componentes subjacentes ainda mostraram resistência. Ainda assim, o mercado manteve a leitura de que os dados não alteram a expectativa de corte da Selic em março, atualmente precificado como cenário-base.

Ao longo do dia, as taxas oscilaram entre leves altas e baixas, inicialmente pressionadas para baixo pela queda dos Treasuries. No entanto, o movimento perdeu força e se inverteu na reta final, quando o mercado passou a reagir a comentários mais pessimistas sobre a trajetória fiscal brasileira.

As declarações do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e especialmente as críticas do economista Mansueto Almeida, durante o evento do BTG, elevaram a cautela dos investidores. Segundo operadores, o tom negativo sobre o fiscal contaminou a curva e sustentou a leve alta dos DIs, mesmo diante do ambiente externo mais benigno.

Assim, a sessão terminou com abertura moderada da curva, com maior sensibilidade da ponta curta às incertezas domésticas, enquanto a ponta longa foi parcialmente contida pela queda dos juros globais e pela manutenção da expectativa de início do ciclo de cortes da Selic.

Trata-se de um conteúdo patrocinado. O InfoMoney não possui qualquer responsabilidade quanto a oferta e a comercialização dos produtos divulgados neste material. 



FonteAgência Brasil

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