O mercado de emissão bancária, dentro da plataforma da XP, oferece nesta sexta-feira (6), CDBs com taxas prefixadas de até 13,720% ao ano com vencimento em 12 meses, enquanto títulos de inflação estão pagando até IPCA+8,160% em mais de 1 ano e os pós-fixados até 115% do CDI em mais de 12 meses.
LCAs contam com taxas prefixadas de até 11,300% para vencimento em 12 meses, enquanto as atreladas à inflação pagam até IPCA+6,740% em 1 ano e as pós-fixadas pagam até 86% do CDI em 12 meses.
LCIs pós-fixadas pagam até 90,5% do CDI em mais de 12 meses.
Renda Fixa Hoje: confira algumas opções de investimento em renda fixa bancária oferecidas pela XP
LCI CEF
Taxa: 87% do CDI
Vencimento: fevereiro/2027
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LCA ORIGINAL
Taxa: 89% do CDI
Vencimento: fevereiro/2028
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CDB PICPAY
Taxa: 104,75% do CDI
Vencimento: fevereiro/2029
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*As ofertas na plataforma da XP são limitadas à capacidade disponível do produto nesta sexta-feira (6)
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As taxas dos juros futuros fecharam a quinta-feira (5) com leves baixas na ponta curta da curva, em movimento puxado principalmente pelo recuo firme dos rendimentos dos Treasuries após dados mais fracos do mercado de trabalho nos Estados Unidos. Já os vencimentos longos tiveram comportamento mais estável, com leve recuperação no fim da sessão.
No encerramento, o DI para janeiro de 2028 caiu 3 pontos-base, a 12,675%, refletindo maior sensibilidade do trecho curto às condições externas e às expectativas de política monetária. Na ponta longa, o DI para janeiro de 2035 reduziu perdas e marcou 13,45%, praticamente estável ante o ajuste anterior, mostrando resistência maior ao movimento de queda.
O movimento ganhou força após a divulgação de que os pedidos iniciais de auxílio-desemprego nos EUA subiram para 231 mil, acima do esperado, reforçando a percepção de desaceleração da economia americana e pressionando os rendimentos dos títulos do Tesouro dos EUA. O Treasury de dez anos recuava 7 pontos-base, contribuindo para o alívio nas taxas brasileiras.
Além dos dados econômicos, a busca por segurança no exterior, com investidores reduzindo exposição a ações — especialmente do setor de inteligência artificial — também favoreceu a queda dos Treasuries e ajudou a sustentar a baixa dos juros futuros no Brasil, ainda que de forma limitada.
Apesar do suporte externo, o recuo dos DIs foi discreto, com a ponta longa menos sensível ao movimento global. No cenário doméstico, declarações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre juros e política não tiveram impacto relevante sobre a curva.
No mercado, permanece majoritária a expectativa de que o Comitê de Política Monetária (Copom) iniciará o ciclo de cortes da Selic, hoje em 15%, na reunião de março. Na B3, as opções indicavam 63,5% de probabilidade de corte de 50 pontos-base, contra 24% de chance de redução de 25 pontos-base, mantendo viés de alívio sobretudo para o trecho curto da curva.
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FonteAgência Brasil