O mercado de emissão bancária, dentro da plataforma da XP, oferece nesta terça-feira (3), CDBs com taxas prefixadas de até 13,800% ao ano com vencimento em 12 meses, enquanto títulos de inflação estão pagando até IPCA+9,500% em mais de 1 ano e os pós-fixados até 105% do CDI em 12 meses.
LCAs contam com taxas prefixadas de até 11,440% para vencimento em mais de 12 meses, enquanto as atreladas à inflação pagam até IPCA+6,520% em 1 ano e as pós-fixadas pagam até 89% do CDI em mais de 12 meses.
LCIs ligadas à inflação pagam até IPCA+6,000% em mais de 1 ano e as pós-fixadas pagam até 90,5% do CDI em mais de 12 meses.
Renda Fixa Hoje: confira algumas opções de investimento em renda fixa bancária oferecidas pela XP
LCI CEF
Taxa: 87% do CDI
Vencimento: fevereiro/2027
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LCA ORIGINAL
Taxa: 89% do CDI
Vencimento: fevereiro/2028
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CDB BANCO C6
Taxa: 102,5% do CDI
Vencimento: fevereiro/2032
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*As ofertas na plataforma da XP são limitadas à capacidade disponível do produto nesta terça-feira (3)
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A curva de juros brasileira abriu inclinação nesta segunda-feira (2), com as taxas curtas próximas da estabilidade e os vencimentos longos em alta firme, em um movimento que refletiu aumento de prêmio de risco diante de especulações sobre a próxima indicação para a diretoria do Banco Central e do avanço dos rendimentos dos Treasuries no exterior.
No fim da tarde, o DI para janeiro de 2028 marcava 12,72%, em leve alta de 2 pontos-base, enquanto o DI para janeiro de 2035 avançava 11 pontos-base, para 13,41%, evidenciando a pressão concentrada na ponta longa da curva. Ao longo do dia, os contratos mais longos chegaram a registrar altas ainda mais expressivas, traduzindo a maior sensibilidade ao risco institucional.
O movimento foi reforçado pelo cenário externo. Os Treasuries subiram em toda a curva, ainda repercutindo a indicação de Kevin Warsh para comandar o Federal Reserve e as tensões geopolíticas envolvendo Estados Unidos e Irã. Às 16h37, o rendimento do Treasury de dois anos subia para 3,57%, enquanto o título de dez anos avançava para 4,277%, dando sustentação adicional às taxas longas no Brasil.
No front doméstico, o mercado reagiu negativamente às notícias de que o secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Guilherme Mello, teria sido sugerido para ocupar uma diretoria do Banco Central. Segundo profissionais ouvidos pela Reuters, o perfil do economista foi mal-recebido, elevando receios de uma condução mais dovish da política monetária a partir de 2025, quando todas as cadeiras da diretoria do BC passarão a ser ocupadas por indicados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Diante desse quadro, investidores passaram a incorporar prêmios adicionais de risco, especialmente nos vértices mais longos. Perto das 13h30, o DI janeiro de 2035 chegou a tocar 13,47%, alta de 17 pontos-base, enquanto o contrato de janeiro de 2028 foi à máxima de 12,76%, reforçando a inclinação da curva.
Para os próximos pregões, o foco se volta à ata da última reunião do Copom, divulgada nesta terça-feira, em busca de sinais mais claros sobre o início do ciclo de cortes. Apesar do ajuste desta sessão, o mercado segue majoritariamente precificando redução de 50 pontos-base da Selic em março, enquanto o boletim Focus manteve as projeções de inflação comportadas e a expectativa de Selic em 12,25% no fim de 2026.
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FonteAgência Brasil