O mercado de emissão bancária, dentro da plataforma da XP, oferece nesta terça-feira (20), CDBs com taxas prefixadas de até 14,150% ao ano com vencimento em 12 meses, enquanto títulos de inflação estão pagando até IPCA+8,620% em 1 ano e os pós-fixados até 103% do CDI em 12 meses.
LCAs contam com taxas prefixadas de até 11,250% para vencimento em mais de 12 meses, enquanto as atreladas à inflação pagam até IPCA+6,560% em mais de 1 ano e as pós-fixadas pagam até 84,5% do CDI em 12 meses.
LCIs possuem taxas prefixadas de até 12,000% em mais de 1 ano, enquanto as atreladas à inflação pagam até IPCA+6,620% em mais de 1 ano e as pós-fixadas pagam até 86% do CDI em 12 meses.
Renda Fixa Hoje: confira algumas opções de investimento em renda fixa bancária oferecidas pela XP
CDB BANCO C6
Taxa: 101,5% do CDI
Vencimento: janeiro/2028
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CDB AGIBANK
Taxa: IPCA+8,150%
Vencimento: janeiro/2029
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CDB OMNI
Taxa: 105,5% do CDI
Vencimento: janeiro/2030
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*As ofertas na plataforma da XP são limitadas à capacidade disponível do produto nesta terça-feira (20)
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As taxas dos juros futuros fecharam a segunda-feira (19) em baixa, em uma sessão sem a referência dos Treasuries — por conta do feriado de Martin Luther King nos Estados Unidos — e com investidores operando com foco nas próximas reuniões do Copom e monitorando o noticiário geopolítico envolvendo a Groenlândia.
Na ponta curta da curva, o movimento refletiu a redução de prêmios diante da expectativa pela decisão de política monetária no fim de janeiro. O DI para janeiro de 2028 recuou para 13,13%, queda de 7 pontos-base em relação ao ajuste anterior, em um ambiente de liquidez reduzida e ausência de gatilhos relevantes.
Já na ponta longa, as taxas também cederam, mas em ritmo mais moderado. O DI para janeiro de 2035 caiu para 13,71%, recuo de 2 pontos-base frente aos 13,729% da véspera, com investidores adotando postura cautelosa diante do cenário externo ainda incerto.
Sem a referência dos títulos norte-americanos, que ficaram fora de negociação, o mercado global operou com menor volume. No Brasil, a falta de catalisadores relevantes abriu espaço para ajustes técnicos, especialmente nos vencimentos mais curtos, segundo operadores.
Pela manhã, o boletim Focus mostrou leve melhora nas projeções para a inflação. A estimativa mediana para o IPCA de 2026 recuou de 4,05% para 4,02%, enquanto a projeção para 2027 foi mantida em 3,80%. A expectativa para a Selic ao fim de 2026 permaneceu em 12,25%.
No campo fiscal, o mercado seguiu projetando déficit primário de 0,53% do PIB em 2026, enquanto a estimativa para 2027 recuou de 0,34% para 0,30% do PIB. Declarações do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, sobre temas políticos e regulatórios tiveram pouco impacto sobre a curva.
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FonteAgência Brasil