saiba quanto pagam CDBs, LCIs e LCAs nesta segunda (17) na XP

Compartilhar:


O mercado de emissão bancária, dentro da plataforma da XP, oferece nesta segunda-feira (17), CDBs com taxas prefixadas de até 14,750% ao ano com vencimento em 12 meses, enquanto títulos de inflação estão pagando até IPCA+8,600% em mais de 1 ano e os pós-fixados até 105,5% do CDI em 12 meses.

LCAs contam com taxas prefixadas de até 12,300% para vencimento em 12 meses, enquanto as atreladas à inflação pagam até IPCA+ 6,930% em mais de 1 ano e pós-fixados de até 94,5% do CDI em 1 ano.

As LCIs atreladas à inflação estão pagando até IPCA+ 6,800 em mais de 12 meses e as pós-fixadas pagam até 95% do CDI em 1 ano.

Renda Fixa Hoje: confira algumas opções de investimento em renda fixa bancária oferecidas pela XP

LCA PINE
Taxa: 94,5% do CDI
Vencimento: novembro/2026
Saiba mais e invista

LCA ORIGINAL
Taxa: 94% do CDI
Vencimento: novembro/2028
Saiba mais e invista

CDB NBC BANK
Taxa: 102% do CDI
Vencimento: novembro/2032
Saiba mais e invista

QUER INVESTIR EM CDBs, LCIs e LCAs? ACESSE A CONTA NA XP E CONFIRA AQUI UMA LISTA COMPLETA COM MAIS 1 MIL OPÇÕES DE ATIVOS

*As ofertas na plataforma da XP são limitadas à capacidade disponível do produto nesta segunda-feira (17)

Não tem conta na XP? Cadastre-se aqui

As taxas dos DIs encerraram a sexta-feira (14) praticamente estáveis, oscilando em margens estreitas ao longo do pregão. Sem agenda relevante no Brasil e sem gatilhos capazes de alterar o humor dos investidores, a curva futura terminou o dia próxima dos ajustes da véspera, refletindo um ambiente de cautela tanto no cenário doméstico quanto no internacional.

Na ponta intermediária, o DI para janeiro de 2028 fechou a 12,875%, ligeiramente acima dos 12,868% do ajuste anterior. Já no vértice longo, o DI para janeiro de 2035 marcou 13,45%, praticamente estável frente aos 13,459% da sessão anterior. A movimentação limitada demonstra a falta de vetores locais capazes de direcionar a curva.

O destaque do dia veio do exterior. Os mercados globais operaram sob pressão diante das incertezas sobre um possível novo corte de juros pelo Federal Reserve em dezembro e o receio com o desempenho das ações de tecnologia em Wall Street. Esses fatores levaram investidores a buscar Treasuries pela manhã, derrubando seus rendimentos.

Ao longo da tarde, porém, houve uma virada: os índices acionários em Nova York reduziram perdas, e os rendimentos dos Treasuries passaram ao campo positivo — movimento que ajudou a estabilizar os ativos domésticos. O Treasury de 10 anos subia 3 pontos-base, para 4,142%, por volta das 16h32.

No Brasil, a melhora externa se refletiu em uma tarde mais favorável: o Ibovespa virou para alta e o dólar recuou levemente. Na renda fixa, a curva de juros se acomodou, sem reagir às declarações do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, sobre uma eventual proposta de isenção da tarifa de ônibus urbano — tema que chegou a pressionar os DIs semanas atrás, mas que hoje não sensibilizou os investidores.

Ao final da sessão, a curva brasileira seguia indicando 97% de probabilidade de manutenção da Selic em 15% em dezembro, reforçando a leitura de estabilidade diante da ausência de novos sinais da política monetária.

Trata-se de um conteúdo patrocinado. O InfoMoney não possui qualquer responsabilidade quanto a oferta e a comercialização dos produtos divulgados neste material. 



FonteAgência Brasil

Artigos relacionados

O país que investe em ciência investe no próprio futuro

A riqueza de uma nação já não se mede apenas por aquilo que ela produz, mas pela capacidade...

Método Frutifique: a estratégia que está mudando a gestão de clínicas no Brasil

Especialista defende que clínicas terapêuticas precisam deixar de atuar apenas como centros de atendimento para se tornarem empresas...

Opera lança hub de futebol ao vivo no Android

A Opera anunciou uma atualização para seu navegador no Android focada diretamente nos fãs de futebol. O aplicativo...