veja as melhores taxas para CDB, LCI e LCA nesta segunda (18) na XP

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O mercado de emissão bancária, dentro da plataforma da XP, oferece nesta segunda-feira (18), CDBs com taxas prefixadas de até 14,550% ao ano com vencimento em 12 meses, enquanto títulos de inflação estão pagando até IPCA+9,540% e os pós-fixados até CDI +0,400%.

LCAs contam com taxas prefixadas de até 12,280% para vencimento em 12 meses, os títulos de inflação contam com rentabilidade de IPCA até +7,640% e pós-fixados de até 89% do CDI.

As LCIs prefixadas remuneram até 11,710%, em vencimentos de 12 meses, enquanto as atreladas à inflação pagam até IPCA+ 6,300% e as pós-fixadas até 90% do CDI.

Renda Fixa Hoje: confira algumas opções de investimento em renda fixa bancária oferecidas pela XP

LCA SICOOB
Taxa: 94% do CDI
Vencimento: abril/2030
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LCA BV
Taxa: 11,250%
Vencimento: março/2029
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CDB NBC BANK
Taxa: 101% do CDI
Vencimento: agosto/2031
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*As ofertas na plataforma da XP são limitadas à capacidade disponível do produto nesta segunda-feira (18)

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As taxas dos contratos de Depósito Interfinanceiro (DIs) encerraram a sessão desta sexta-feira próximas da estabilidade, influenciadas principalmente por fatores externos, diante de uma agenda econômica doméstica esvaziada.

O cenário externo, especialmente os dados econômicos dos Estados Unidos, pautou o comportamento dos juros futuros no Brasil, com investidores atentos à possibilidade de cortes na taxa básica americana.

No curto prazo, os DIs apresentaram variações discretas: o contrato para janeiro de 2027 recuou de 13,943% para 13,92%, enquanto o de janeiro de 2028 passou de 13,208% para 13,2%.

Já os contratos longos, como os DIs para janeiro de 2031 e 2033, também oscilaram pouco, recuando para 13,38% e 13,52%, respectivamente.

A leve baixa nas taxas longas sugere que, apesar da preocupação com a inflação nos EUA, os mercados ainda acreditam na possibilidade de início do ciclo de cortes de juros pelo Fed, o que tende a aliviar as pressões sobre os juros futuros de prazos mais longos.

Apesar das informações mistas, o mercado manteve, ainda que com leve redução, uma alta expectativa de corte de 0,25 ponto percentual nos juros dos EUA em setembro.

A precificação dessa aposta caiu de 93% para 84%, segundo dados da LSEG, o que contribuiu para a manutenção do atual patamar das taxas no Brasil.

No cenário interno, o foco esteve no impasse comercial com os EUA. Embora não tenha havido avanços nas negociações, o governo Lula anunciou uma medida provisória com R$30 bilhões em crédito para mitigar os efeitos da taxação, sem impacto direto nas expectativas de curto prazo para os juros.

Trata-se de um conteúdo patrocinado. O InfoMoney não possui qualquer
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neste material.



FonteAgência Brasil

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