veja as melhores taxas para CDB, LCI e LCA nesta quarta (20) na XP

Compartilhar:


O mercado de emissão bancária, dentro da plataforma da XP, oferece nesta quarta-feira (20), CDBs com taxas prefixadas de até 14,800% ao ano com vencimento em 12 meses, enquanto títulos de inflação estão pagando até IPCA+9,700% e os pós-fixados até CDI +0,400%.

LCAs contam com taxas prefixadas de até 12,330% para vencimento em 12 meses, os títulos de inflação contam com rentabilidade de IPCA até +7,750% e pós-fixados de até 89,1% do CDI.

As LCIs prefixadas remuneram até 12,600%, em vencimentos de 12 meses, enquanto as atreladas à inflação pagam até IPCA+ 6,420% e as pós-fixadas até 90% do CDI.

Renda Fixa Hoje: confira algumas opções de investimento em renda fixa bancária oferecidas pela XP

LCA SICOOB
Taxa: 94% do CDI
Vencimento: abril/2030
Saiba mais e invista

LCA BV
Taxa: 11,500%
Vencimento: março/2029
Saiba mais e invista

CDB NBC BANK
Taxa: 101% do CDI
Vencimento: agosto/2031
Saiba mais e invista

QUER INVESTIR EM CDBs, LCIs e LCAs? ACESSE A CONTA NA XP E CONFIRA AQUI UMA LISTA COMPLETA COM MAIS 1 MIL OPÇÕES DE ATIVOS

*As ofertas na plataforma da XP são limitadas à capacidade disponível do produto nesta quarta-feira (20)

Não tem conta na XP? Cadastre-se aqui

As taxas dos DIs encerraram a terça-feira em forte alta, refletindo o aumento da percepção de risco em torno da relação comercial entre Brasil e Estados Unidos. O impasse ganhou força após decisão do ministro do STF Flávio Dino, que reforçou o distanciamento entre os países, elevando os prêmios de risco dos ativos domésticos.

No fim do dia, os contratos de curto e médio prazo registraram avanços relevantes: o DI para janeiro de 2027 subiu a 14,12%, enquanto o de 2028 chegou a 13,5%. O movimento foi ainda mais expressivo nos vértices longos: o contrato para janeiro de 2031 avançou para 13,71% e o de 2033 foi a 13,83%.

A pressão sobre a curva longa reflete principalmente a preocupação dos investidores com a piora no ambiente político-diplomático e a percepção de que o conflito comercial pode se estender, trazendo impactos estruturais ao risco-país. Já na ponta curta, o aumento das taxas foi mais moderado, ainda assim sinalizando maior cautela com o cenário doméstico no curto prazo.

No exterior, a cautela também foi determinante para a formação da curva, com investidores à espera do simpósio de Jackson Hole, que terá discurso do chair do Federal Reserve, Jerome Powell.

A expectativa é de cortes de juros nos EUA a partir de setembro, mas um tom mais duro contra a inflação poderia alterar projeções e reforçar a volatilidade global. O rendimento do Treasury de dois anos — que reflete apostas para os rumos das taxas de juros de curto prazo — recuou 2 pontos-base, a 3,75%.

Trata-se de um conteúdo patrocinado. O InfoMoney não possui qualquer
responsabilidade quanto a oferta e a comercialização dos produtos divulgados
neste material.



FonteAgência Brasil

Artigos relacionados

Fluência em Inovação: do chão da operação ao Vale do Silício, a trajetória de um brasileiro que transformou a inovação em uma linguagem acessível...

Existe uma crença recorrente no mundo corporativo de que inovação é um privilégio de startups, empresas de tecnologia...

Offshore não é sonegação: o que mudou na legislação brasileira e como usar estruturas internacionais de forma legal

Mudanças tributárias ampliaram as obrigações de transparência sobre patrimônios mantidos no exterior, mas estruturas internacionais continuam sendo instrumentos...

Podcast “Apaixonados pelo Rio” recebe Steve Solot e Eliana Ovalle para debater cinema, comunicação e desenvolvimento humano

A segunda temporada do podcast "Apaixonados pelo Rio", apresentado por Bayard Do Coutto Boiteux e pelo nutricionista Matheus...

Comediante Klebson Carrera celebra sete anos de carreira com espetáculo especial no Espírito Santo

O comediante Klebson Carrera comemorou sete anos de trajetória na comédia com um espetáculo especial realizado no Cine...